Um ano a prevenir a desnutrição infantil
De Agosto de 2025 a Julho de 2026, com o Fundo Humanitário da África Oriental e Austral (ESA HF), gerido pelo OCHA, a APDS acompanhou crianças dos 0 aos 24 meses em comunidades de deslocados, retornados e famílias de acolhimento do distrito de Macomia.
Os primeiros mil dias de vida decidem o futuro de uma criança. Por isso o Crescer com Saúde apostou na prevenção: identificar cedo, aconselhar as mães e cuidadores, e criar nas próprias comunidades espaços onde a boa nutrição se aprende e se pratica.
Como trabalhámos
- Planear com a comunidadeLíderes comunitários e comités de saúde ajudaram a desenhar o projecto e a identificar as famílias.
- 33 activistas e APS formadosRastreio da desnutrição e alimentação infantil, com avaliação no fim da formação.
- 15 sítios de nutrição melhoradosErguidos pelas próprias comunidades como espaços de rastreio, aconselhamento e demonstrações.
- 2 411 rastreios nutricionaisDas 49 crianças identificadas com desnutrição aguda, 47 recuperaram.
- 4 580 pessoas alcançadasMensagens sobre aleitamento materno e alimentação complementar, rodas de conversa e demonstrações culinárias com alimentos locais.
- Supervisão da DPS e dos SDSMASVisitas conjuntas aos sítios de nutrição e reuniões de balanço com APS e activistas.
- Encerramento na comunidadeCerimónia com activistas, APS e autoridades para celebrar um ano de cuidados.
Resultados
Mais do que números, o projecto deixa em Macomia activistas e APS capacitados, sítios de nutrição construídos pela comunidade e famílias que conhecem melhor como alimentar os seus filhos com o que produzem localmente.
In English
From August 2025 to July 2026, funded by the East and Southern Africa Humanitarian Fund (ESA HF) managed by OCHA, APDS followed children aged 0–24 months in Macomia: 33 activists and health workers trained, 15 community nutrition sites, 2,411 screenings and 4,580 people reached. 47 of 49 children with acute malnutrition recovered.
Obrigado ao OCHA e ao ESA HF, à DPS e aos SDSMAS de Macomia, aos activistas, APS e líderes comunitários, e às mães e famílias de Licangano, Nova Vida e Nanjaba.














